Sinopse: Na trama, o jovem André não consegue parar em nenhum emprego por conta de sua irrefreável compulsão de ler romances policiais. Ele, então, resolve fazer um curso de detetive por correspondência que o lançará numa bizarra investigação sobre uma competição batizada de O Campeonato. Percorrendo ruas e bares do Rio, André é uma homenagem do autor à cidade, às histórias de mistério e a seus maiores autores, em especial Rubem Fonseca. O protagonista do livro, no final das contas, é o próprio romance policial, objeto de paixão de heróis e bandidos.
A leitura é super rápida e fluída, e não enrola o leitor, assim, podemos dizer que o livro é uma delicinha. Acompanhamos a saga de André em desvendar o sumico de Pedro, filho do ricaço misterioso Montenegro. Narrado em primeira pessoa pelo próprio protagonista o nosso herói é um homem super real e um pouco cafajeste. Ou seja não é daqueles mocinhos certinhos e perfeitinho que os autores costumam escrever
O legal da história criada por Flávio Carneiro é que o Gordo, melhor amigo do André, é muito mais esperto que o próprio André. Ele está sempre a léguas a frente do mocinho. Mas não só de esperteza vive o Gordo, ele é com certeza o melhor personagem do livro.
Outra característica boa e surpreendente do livro é o tanto de plot twist. O romance e tão cheio de reviravoltas que não dá para piscar. A história conta com diversos personagens que parecem ser uma coisa e depois se revelam outra, e isso proporciona momentos de pura tensão.
Devo confessar que o final apesar de ser totalmente diferente do que eu imaginava, deixa algumas coisas em aberto, não sei se foi proposital, ou se o autor desvendou isso no segundo livro da trilogia.
Valeu a leitura, valeu acompanhar uma história deliciosa, e cheia de reviravoltas e valeu quase ter infartado com tantos momentos icônico. Obrigado Flávio Carneiro!
A leitura é super rápida e fluída, e não enrola o leitor, assim, podemos dizer que o livro é uma delicinha. Acompanhamos a saga de André em desvendar o sumico de Pedro, filho do ricaço misterioso Montenegro. Narrado em primeira pessoa pelo próprio protagonista o nosso herói é um homem super real e um pouco cafajeste. Ou seja não é daqueles mocinhos certinhos e perfeitinho que os autores costumam escrever
O legal da história criada por Flávio Carneiro é que o Gordo, melhor amigo do André, é muito mais esperto que o próprio André. Ele está sempre a léguas a frente do mocinho. Mas não só de esperteza vive o Gordo, ele é com certeza o melhor personagem do livro.
Outra característica boa e surpreendente do livro é o tanto de plot twist. O romance e tão cheio de reviravoltas que não dá para piscar. A história conta com diversos personagens que parecem ser uma coisa e depois se revelam outra, e isso proporciona momentos de pura tensão.
Devo confessar que o final apesar de ser totalmente diferente do que eu imaginava, deixa algumas coisas em aberto, não sei se foi proposital, ou se o autor desvendou isso no segundo livro da trilogia.
Valeu a leitura, valeu acompanhar uma história deliciosa, e cheia de reviravoltas e valeu quase ter infartado com tantos momentos icônico. Obrigado Flávio Carneiro!

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